A Chegada, de Denis Villeneuve

Qual foi a última vez que você viveu a magia do cinema em um filme? Mais que passar o tempo, quando teve gratidão pela experiência de assisti-lo?

Cinema e a arte de correr riscos

Se você cansou de todo filme ser uma continuação, prévia ou reboot, está na hora de conhecer uma produtora que está mudando a cara de Hollywood

Se7en, de David Fincher

“People don’t want a champion. They want to eat cheeseburgers, play the lotto and watch television.”

As Docas de Nova York, de Josef von Sternberg

Antes de dirigir seus filmes mais conhecidos com a estrela Marlene Dietrich, como O Anjo Azul (The Blue Angel / Der blaue Engel, 1930) e A Imperatriz Galante (The Scarlett Empress, 1934), Josef von Sternberg já apresentava o mesmo lirismo sombrio em filmes hoje praticamente desconhecidos,

A Maleta Fatídica, de Jacques Tourneur

Depois do sucesso com os filmes de terror B, Jacques Tourneur passou a trabalhar com grandes produtoras, com a alternância entre o gênero pelo qual ficou conhecido e filmes noir, como Fuga do Passado (Out of the Past, 1947) e A Maleta Fatídica (Nightfall, 1957, que tradução ridícula!).

Extermínio, de Danny Boyle

Existem muitos filmes bons sobre cenários pós-apocalípticos, onde o futuro da humanidade depende de alguns poucos e nada seletos sobreviventes.

Filhos da Esperança, de Alfonso Cuarón

Comecei a assistir a primeira cena de Filhos da Esperança (Children of Men, 2006) para lembrar o clima do filme de Alfonso Cuarón e escrever esta resenha. Quando me dei conta, já via vinte minutos de projeção.

Suspiria, de Dario Argento

Suspiria (1977), terror giallo dirigido pelo diretor italiano Dario Argento, é lembrado como um dos filmes mais representativos do gênero.

Shame, de Steve McQueen

Shame é o retrato do vício tanto quanto o é Farrapo Humano (The Lost Weekend, 1945, de Billy Wilder).