A Chegada, de Denis Villeneuve

Qual foi a última vez que você viveu a magia do cinema em um filme? Mais que passar o tempo, quando teve gratidão pela experiência de assisti-lo?

Se7en, de David Fincher

“People don’t want a champion. They want to eat cheeseburgers, play the lotto and watch television.”

As Docas de Nova York, de Josef von Sternberg

Antes de dirigir seus filmes mais conhecidos com a estrela Marlene Dietrich, como O Anjo Azul (The Blue Angel / Der blaue Engel, 1930) e A Imperatriz Galante (The Scarlett Empress, 1934), Josef von Sternberg já apresentava o mesmo lirismo sombrio em filmes hoje praticamente desconhecidos,

Filhos da Esperança, de Alfonso Cuarón

Comecei a assistir a primeira cena de Filhos da Esperança (Children of Men, 2006) para lembrar o clima do filme de Alfonso Cuarón e escrever esta resenha. Quando me dei conta, já via vinte minutos de projeção.

Shame, de Steve McQueen

Shame é o retrato do vício tanto quanto o é Farrapo Humano (The Lost Weekend, 1945, de Billy Wilder).

O Tigre e o Dragão, de Ang Lee

Os filmes de ação têm o costume de desafiar as leis da Física, mas até O Tigre e o Dragão (Crouching tiger, hidden dragon / Wo hu cang long, 2000) essas leis não haviam sido desafiadas em nome de tanto lirismo.

A Caixa de Pandora, de G. W. Pabst

Não são muitos atores, mesmo entre os melhores, que conseguem imprimir uma presença tão marcante nas telas quanto Louise Brooks no papel de Lulu, em A Caixa de Pandora (Pandora’s Box / Die Büchse der Pandora, 1929).

Mefisto, de István Szabó

A tragédia de Dr. Fausto é uma das lendas mais caras à literatura mundial, com seu valor reconhecido também em outras manifestações artísticas, desde a terna adaptação feita por F. W. Murnau para o cinema

O Trem, de John Frankenheimer

A partir de uma premissa das mais inusuais para um filme de ação, O Trem (The Train, 1964) consegue entreter e provocar.

O Homem Elefante, de David Lynch

“Were I so tall to reach the pole, Or grasp the ocean with my span, I must be measur’d by my soul: The mind’s the stan­dard of the man.” – Isaac Watts.

A Última Gargalhada, de F. W. Murnau

A última gargalhada (The Last Laugh / Der letzte Mann, 1924) pode não ser um filme muito conhecido ou sequer o mais famoso de seu realizador, Murnau

Contos da Lua Vaga, de Kenji Mizoguchi

Em Ugetsu Monogatari a realidade e a fantasia não se opõem; pelo contrário, coabitam o mesmo espaço e se unem diante das lentes poéticas de Kenji Mizoguchi.