Meu Caro Jeeves, de P. G. Wodehouse

Cuidado! Periga o leitor sorver tão rápido Meu Caro Jeeves que pode não reparar na sua perspicácia, como a presença discreta, mas efetiva, do personagem-título destes contos.

Toda Poesia, de Paulo Leminski

Não tenho a eloquência de Haroldo de Campos, a fama de Caetano Veloso ou a intimidade de Alice Ruiz S para falar de Paulo de Leminski, mas farei o meu melhor.

Como chegar ao clímax, com Super-Homem

O clímax é um daqueles conceitos que todo mundo sabe do que se trata, mas tem imensa dificuldade de colocar na prática. Este guia ajudará você a chegar lá.

A Trégua, de Mário Benedetti

A Trégua (La Tregua, 1960), do escritor uruguaio Mário Benedetti (1920–2009), é o retrato pungente de um homem que se tornou espectador da própria vida.

Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski

Hoje quero fazer um convite à leitura de Noites Brancas (White Nights / Белые ночи), breve romance de Fiódor Dostoiévski (1821–1881), que serve de porta de entrada para o leitor iniciático à obra do escritor russo.

O Alienista, de Machado de Assis

O forçamento e a inadequação ao apresentar Machado de Assis (1839–1908) ao público brasileiro torna a leitura desse grande escritor um fardo, ao invés do prazer que verdadeiramente é.

O Amante, de Marguerite Duras

O Amante (L’Amant, 1984), de Marguerite Duras (1914–1996), são 127 páginas* do mais frio e desapaixonado sofrimento. Nele a tragédia é aceita não somente como um evento da vida, mas como própria condição de existência, e o sofrer resignado dá ao fatalismo dessa condição uma aura de poesia.

O Fio da navalha, de W. Somerset Maugham

W. Somerset Maugham (1874–1965) segue a trilha deixara por Hermann Hesse em apresentar a cultura e o misticismo oriental para o Ocidente. Em O Fio da navalha (The Razor’s edge, 1944) esse encontro (e choque) de culturas dá-se por curiosidade num meio-termo geográfico entre elas, a Europa.

Uma Confraria de tolos, de John Kennedy Toole

Uma confraria de tolos (A confederacy of dunces, escrito originalmente em 1969, porém publicado postumamente em 1980) perfaz, ao lado de The Neon Bible, toda a bibliografia do escritor americano John Kennedy Toole (1937–1969).

Crash, de J. G. Ballard

O que dizer de Crash, romance de J. G. Ballard (1930–2009) publicado em 1973? Primeiro, que é algo inusitado. A começar pela história.