A Trégua, de Mário Benedetti

A Trégua (La Tregua, 1960), do escritor uruguaio Mário Benedetti (1920–2009), é o retrato pungente de um homem que se tornou espectador da própria vida.

Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski

Hoje quero fazer um convite à leitura de Noites Brancas (White Nights / Белые ночи), breve romance de Fiódor Dostoiévski (1821–1881), que serve de porta de entrada para o leitor iniciático à obra do escritor russo.

O Amante, de Marguerite Duras

O Amante (L’Amant, 1984), de Marguerite Duras (1914–1996), são 127 páginas* do mais frio e desapaixonado sofrimento. Nele a tragédia é aceita não somente como um evento da vida, mas como própria condição de existência, e o sofrer resignado dá ao fatalismo dessa condição uma aura de poesia.

O Fio da navalha, de W. Somerset Maugham

W. Somerset Maugham (1874–1965) segue a trilha deixara por Hermann Hesse em apresentar a cultura e o misticismo oriental para o Ocidente. Em O Fio da navalha (The Razor’s edge, 1944) esse encontro (e choque) de culturas dá-se por curiosidade num meio-termo geográfico entre elas, a Europa.

Uma Confraria de tolos, de John Kennedy Toole

Uma confraria de tolos (A confederacy of dunces, escrito originalmente em 1969, porém publicado postumamente em 1980) perfaz, ao lado de The Neon Bible, toda a bibliografia do escritor americano John Kennedy Toole (1937–1969).

Crash, de J. G. Ballard

O que dizer de Crash, romance de J. G. Ballard (1930–2009) publicado em 1973? Primeiro, que é algo inusitado. A começar pela história.

O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald

Primeiro pensei que em O Grande Gastby (The Great Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, 1925), Gatsby, o enigmático personagem-título da história, pagara o preço por querer algo mais profundo em um mundo de aparências…

O Coração das Trevas, de Joseph Conrad

“Extensões de água abriam-se a nossa frente e fechavam-se atrás, como se a floresta houvesse avançado displicentemente sobre o rio, barrando o caminho de nosso retorno.

Fahrenheit 451, de Ray Bradbury

“Não julgues um livro pela capa”, diz o ditado que Ray Bradbury convenientemente aproveita em certo momento de Fahrenheit 451 (1953), no entanto algo mais acertado seria: não julgues um livro pelo que as pessoas fizeram com ele.

Ulisses, de James Joyce (Parte 2)

Em continuação à introdução ao Ulisses e apresentação da forma do livro, segue a segunda parte da resenha, agora sobre o conteúdo e as influências ocasionadas na literatura e nos leitores.

1984, de George Orwell

A escritura de 1984 foi quase tão dramática para George Orwell quanto a batalha pessoal de Winston Smith, o protagonista desta história