TEM UM NOVO PORTEFÓLIO À TUA ESPERA

Sei como toda agência tem a necessidade de encontrar soluções criativas para seus clientes. São os ossos do ofício, e por ossos refiro-me ao que nos mantém e nos move à frente.

Aí entra o desafio de ser criativo o tempo todo. Às vezes é difícil... Nessas horas devemos mudar a própria forma como buscamos respostas, mudar de ares. Aviso de spoiler: esses novos ares são um sopro de ousadia vindo de além-mar, um redactor com talento de escritor, conhecimento de um gramático e pensamento de um vendedor. Vês? Já te trago soluções antes mesmo de trabalhar contigo.

Escrever é a minha vida. Encontrarás poucos profissionais da publicidade tão apaixonados pelo que fazem, ainda mais raramente aqueles que ao ficarem tão empolgados com uma ideia começam a falar uma frase sem dar-se tempo de respirar como se a ideia fosse mais importante que o ar de seus pulm... Ufa!

Antes de ser redactor, eu era livreiro. Ao trabalhar com vendas ao público aprendi a buscar optimizações até nas coisas mais triviais do negócio – a posição de um livro, quando dizer «olá» – para conseguir os resultados desejados. Esse é o mesmo processo data-driven que vou aplicar no marketing digital, global e o escambau dos teus clientes.

Nessa época já era também escritor. Tinha três livros de poesia publicados, assim como o romance Paixões Clandestinas, e escrevera uma centena de ensaios no Clássicos Universais sobre a linguagem como ofício. Fui aluno do grande gramático Carlos Nougué, em seu curso Para Escrever Bem Na Língua Portuguesa, justamente para dominar o português de cá em detalhes. Com certeza, o português luso tirarei de letra.

Há três anos conquistei meu primeiro emprego como redactor publicitário. Por que contrataram um novato sem formação na área? Porque eu sabia escrever e sabia vender. Se isso funcionou para David Ogilvy, que vendera fogões, provaria que funcionaria para mim, e o tenho provado todos os dias.

Agora o Brasil está aos farrapos, um lento calvário para qualquer artista ou profissional com sonhos de progresso. Nesse sentido, Portugal me fará tão bem quanto meu trabalho para ti. Só precisas dizer sim a esta oportunidade, então verás as maravilhas que farei pela tua agência.

Aqui se diria «partiu!», e aí?

Um grande abraço de Florianópolis!

Christian von Koenig