As Docas de Nova York, de Josef von Sternberg

Antes de dirigir seus filmes mais conhecidos com a estrela Marlene Dietrich, como O Anjo Azul (The Blue Angel / Der blaue Engel, 1930) e A Imperatriz Galante (The Scarlett Empress, 1934), Josef von Sternberg já apresentava o mesmo lirismo sombrio em filmes hoje praticamente desconhecidos,

Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski

Hoje quero fazer um convite à leitura de Noites Brancas (White Nights / Белые ночи), breve romance de Fiódor Dostoiévski (1821–1881), que serve de porta de entrada para o leitor iniciático à obra do escritor russo.

A Maleta Fatídica, de Jacques Tourneur

Depois do sucesso com os filmes de terror B, Jacques Tourneur passou a trabalhar com grandes produtoras, com a alternância entre o gênero pelo qual ficou conhecido e filmes noir, como Fuga do Passado (Out of the Past, 1947) e A Maleta Fatídica (Nightfall, 1957, que tradução ridícula!).

Extermínio, de Danny Boyle

Existem muitos filmes bons sobre cenários pós-apocalípticos, onde o futuro da humanidade depende de alguns poucos e nada seletos sobreviventes.

Filhos da Esperança, de Alfonso Cuarón

Comecei a assistir a primeira cena de Filhos da Esperança (Children of Men, 2006) para lembrar o clima do filme de Alfonso Cuarón e escrever esta resenha. Quando me dei conta, já via vinte minutos de projeção.

Suspiria, de Dario Argento

Suspiria (1977), terror giallo dirigido pelo diretor italiano Dario Argento, é lembrado como um dos filmes mais representativos do gênero.

Shame, de Steve McQueen

Shame é o retrato do vício tanto quanto o é Farrapo Humano (The Lost Weekend, 1945, de Billy Wilder).

O Alienista, de Machado de Assis

O forçamento e a inadequação ao apresentar Machado de Assis (1839–1908) ao público brasileiro torna a leitura desse grande escritor um fardo, ao invés do prazer que verdadeiramente é.

Como criar um Clube de Leitura

Sem mistérios, um clube de leitura é um evento social que propicia às pessoas trocarem experiências literárias. A princípio, é uma conversa informal que gira em torno desse tópico comum, um livro preferencialmente já lido pelos demais integrantes do grupo.

O Amante, de Marguerite Duras

O Amante (L’Amant, 1984), de Marguerite Duras (1914–1996), são 127 páginas* do mais frio e desapaixonado sofrimento. Nele a tragédia é aceita não somente como um evento da vida, mas como própria condição de existência, e o sofrer resignado dá ao fatalismo dessa condição uma aura de poesia.

Sombra do pavor, de Henri-Georges Clouzot

Sombra do pavor (Le Corbeau, 1944) é um filme de suspense com poucos pares na história do Cinema, porque ao invés de se restringir a tensões individuais ele abrange toda uma paranoia social, como O Homem de palha (The Wicker man, 1973, de Robin Hardy), só que dez vezes mais obscuro.

A Morta-viva, de Jacques Tourneur

A Morta-viva (I Walked with a zombie, 1943) é a segunda colaboração entre o diretor de filmes de terror Jacques Tourneur e o produtor Val Lewton. Eles de novo trabalham numa produção de baixo orçamento e abordam o terror nas pequenas coisas.